12 de fev. de 2012

Ele casou, mas se arrependeu, e agora?!

“Estou passando por momentos difíceis e certas coisas estão fugindo do meu controle. Dei umas escorregadas no meu casamento e me envolvi com outras pessoas. Passou, mas depois dessas traições, tanto eu quanto ela não ficamos bem, e o casamento que já não estava grandes coisas acabou piorando.
Quando voltei a estudar, minha esposa não conseguia mais controlar o ciúmes e ficou horrível. Não consigo abandonar o casamento porque acho que ela não vai ter condições psicológicas para administrar essa situação. Estou perdido. Quero mudar de vida, ficar sozinho para refletir sobre o que pretendo fazer no futuro. Eu nunca tive essa oportunidade pois casei muito novo, aos 19 anos. Você tem algum conselho para me ajudar a sair dessa, sem deixar feridas em ninguém?” Eduardo
Eduardo,
Dificilmente uma relação que vira uma zona, uma bagunça, volta aos ajustes. Eu sou mulher, e lhe afirmo por experiencia mais do que própria, o quanto é difícil não dar uma “surtada” depois de “perdoar” uma traição. Primeiro, porque a gente não perdoa. E segundo, porque na nossa cabeça quem trai uma, trai duas e trai trezentas vezes.
O meu conselho é que você faça o que tem vontade, sem medo de magoar sua esposa. Sabe por quê? Ela provavelmente já está magoada e é inevitável que ambos não se magoem com o fim da relação. Já viu alguém que ama não ficar chateado com o término? O fim só não dói para quem no coração, o amor não fazia nem cosquinha. Se ela não vai ter “condições psicológicas” para aguentar firme, nunca se sabe. Não a subestime. Se você a traiu, provavelmente 100% satisfeita com você ela não está. É muito mais fácil esquecer um cara que foi um babaca (me desculpe, mas você foi) do que um bonzinho. E mais: desamor não mata. Ás vezes, até alivia.
Você não está mais a fim da sua mulher. Ficar sozinho para refletir sobre os planos para o futuro é uma boa. Eu aconselho. Por mais que “casei muito novo” não seja justificativa, é essa a desculpa que você usa para ter o direito de pular fora, viver o que não viveu. E é válido. Afinal de contas, repito: você não está mais tanto a fim.
Boa sorte! Seja coerente nas suas escolhas.

Fonte: www.acidezfeminina.com.br

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